Mostrando postagens com marcador muito bom. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador muito bom. Mostrar todas as postagens

Vive La France

Vive La France: eu não sabia que a França era dividida em tantos subpaíses, e nem sabiam o Muzafar e o Feruz. Chegados do desconhecido Tabulistão para explodir a Torre Eiffel, os dois terroristas atravessam a França enquanto conhecem separatistas corsos, jogadores de rugbi bretões, policiais furry marselheses e correlatos. Bem divertido!

Machete Kills

Machete Kills: para quem estava com saudade do matador (eu! eu! eu!), aqui está ele novamente. Machete distribui facãozadas a torto e a direito, desbaratando um cartel de drogas, exterminando um prostíbulo de putas-gângsteres, impedindo uma nova revolução mexicana, desmembrando políticos corruptos e finalmente indo para o espaço lutar com o Darth Vader. Não vejo a hora de sair "Machete Kills Again In Space".

This is the end

This is the end: o James Franco decidiu dar uma festa em sua mansão, e convidou todos os amigos-atores drogados que conseguiu encontrar. Infelizmente, o dia que ele escolheu para o quebra-pau foi exatamente o dia do juízo final. Pessoas arrebatadas, demônios alados e o cramulhão balançando a benga dão as caras. Excelente comédia-survival.

Justice League: The Flashpoint Paradox

Justice League: The Flashpoint Paradox: tenho percebido um padrão nos quadrinhos (e subsequentemente, em suas adaptações para animação) da Merda Marvel e da DC, faz algum tempo: tudo o que é produzido e que é mediana ou fodamente bom, acontece em uma "realidade alternativa". Vide "Red Son", vide "Old Man Logan", vide "The Nail", vide "Kingdom Come", vide "Future Imperfect", vide "The Dark Knight Returns". Ou seja, a realidade real já está tão batida e chata, que sempre apelam para a premissa do "e se...". Dito isso, o filme é surpreendentemente bom :-) Nessa realidade paralela, Atlântida e Themiscira estão em guerra, liderados pelo Aquaman e Mulher-Maravilha, respectivamente. Como em briga de boi, quem se lasca é a grama, o resto do mundo vai para as picas no meio do quebra-quebra. Hora do Flash, que consegue pular de uma realidade para outra, literalmente dar seus pulos.

Raul - O início, o fim e o meio

Raul - O início, o fim e o meio: que o Raul era um porra-louca de marca maior, eu já sabia. Mas não sabia que o safadeeeeenho era um pegador de mão-cheia. Imagine como é que um chassi de grilo daqueles ia ter rapado o tanto de mulheres que ele rapou... Cigarro, álcool, pó, sexo e rock'n'roll. Raul brilhou muito e apagou cedo (vi muita semelhança com a história do Tim Maia, lida em "Vale Tudo") - pena que os fãs ficaram. Raulseixista é um dos bichos mais chatos do planeta....

Boogie Nights

Boogie Nights: mais um que é bom rever de vez em quando. No finalzinho dos anos 70, Eddie Adams é recrutado pela indústria do pornô, por conta de ser pauzudo e sempre-alerta. Rebatizado Dirk Diggler, ele sai alargando buracos e cheirando poeiras anos 80 adentro. Pelo que li, é fracamente baseado na vida do John Holmes.

Wreck-It Ralph

Wreck-It Ralph: poderia se chamar "Fernão Capelo Donkey Kong", sem perda de significância. Ralph trabalha em um fliperama - literalmente. Ele é parte de um jogo a la Donkey Kong ou Rampage: monstrão que fica no alto do prédio jogando coisas no herói - que é o Felix, no caso. Só que depois de tantos anos sendo derrotado e jogado na lama, Ralph não aguenta mais. Ele quer ser o bonzinho para variar. E aí começa a sua jornada redentora, passando por vários clássicos do videogame. A história em si não tem nada demais, mas é genial para quem gosta de jogar...

I am Bruce Lee

I am Bruce Lee: Bruce Lee é um ilustre desconhecido. Todo mundo sabe quem foi o cara, mas eu pelo menos nunca tinha me preocupado em saber da história pregressa do rapaz. O documentário acompanha a história do dragão, desde a infância como artista-mirim em Hong Kong até o estouro em Hollywood. Bacana, bacana mesmo.

Flight

Flight: depois do Capitão América junkie, agora é o capitão da ponte aérea junkie. O Capitão Denzel adora a água que boi não bebe, o cigarro que passarinho não fuma e o pó que aspirador não chupa - tudo isso antes de pilotar um Boeing cheio de gente. Na média, funciona bem - mas num dia mais azarado, o avião cai. Só que cai bem, e só morrem uns 2 - agora é hora do Denzel ser julgado, afinal ele foi foda de não ter deixado a tragédia ser maior, ou foi o culpado pela bagaça espatifar no chão ?

The Dark Knight Returns - Part II

The Dark Knight Returns - Part II: continua o fio da meada direitinho de onde a primeira parte parou. O morcegão continua distribuindo sopapos para todo lado, e é coisa linda ver ele descer o sarrafo no escoteiro azul. O pensamento em off ainda faz falta, e a representação do Coringa ficou menos caricata um tiquinho, mas não inflói no resultado final. Prato cheio para quem gosta do quadrinho! 

Silver Linings Playbook

Silver Linings Playbook: Pat pegou a sua mulher no banho com outro cabra, e ficou louco. Depois de distribuir sopapos no Ricardão até quase matar, acabou indo parar no hospício. Agora, está saindo depois de loooongos meses no confinamento - e vai ter que aguentar a família que idolatra o irmão mais velho, e também tentar reorganizar a bagunça que sobrou da sua vida. É claro que não podia faltar a Katniss, viúva linda, leve e solta, mas execrada pela vizinhança por gostar de trepar com a torcida do Flamengo. Pense num povo hipócrita.

Lawless

Lawless: como agora todos os filmes de Hollywood são feitos pelo Tom Hardy, ele não podia faltar nesse. Nos anos 30, quando a bebida alcóolica era proibida, o tráfico explodiu (viram, coordenadores da política anti-drogas moderna ?) e todo mundo tinha seu alambiquezinho para garantir o pileque do fim-de-semana e mais uma graninha no fim do mês. Desse povo aí, os irmãos Bondurant eram um dos mais renitentes - não morriam nem com atropelamento di artumóve nem com bala di revórve. Quando apareceu um novo procurador na região, querendo cobrar unzinho por fora para fazer vista grossa, os irmãos não quiseram abaixar as orelhas, e aí o couro comeu. Castração e extração de amídalas a seco é coisa pouca.

Dredd

Dredd: Tropa de Elite, osso duro de roer... Opa, filme errado! A minha expectativa para "Dredd" era que seria um lixo tão grande quanto a merda que o Stallone fez nos anos 90. Não podia estar mais enganado. O filme é sanguinolentamente fiel ao quadrinho, e o Karl Urban como Dredd ficou extremamente convincente. No futuro, a população americana (800 milhões) se concentra em uma mega-cidade, apropriadamente chamada de MegaCity-1. Para conseguir manter a ordem num lugar desses, existe uma tropa policial que é capaz de julgar, condenar e executar numa tacada só, sem burocracia. São os tais juízes. E deles, o mais foda de todos, que palita os dentes com o Beowulf, é o Dredd. Veja antes que coagule.

Querida, voy a comprar cigarillos y vuelvo

Querida, voy a comprar cigarillos y vuelvo: se um raio te matasse, outro raio te ressuscitasse e deixasse imortal e desse plenos poderes sobre o tempo e o espaço, o que você faria ? Não, não responda sem seu advogado ao lado! Já para o caboclo do filme, a resposta foi "eu vagaria pelo mundo, incógnito, realizando os desejos das pessoas". O que ele não contava é que iria esbarrar com um imbecil chamado Ernesto, em um cafundó da Argentina. Ernesto ganha do poderoso o direito de reviver 10 anos de sua história, mantendo a mentalidade de senhor de 63 anos e o corpo da época que escolheu. Ao final dos 10 anos, ele retornaria ao presente (no qual apenas 5 minutos teriam se passado) e receberia 1 milhão de dólares. O zé-perereca do Ernesto, é claro, consegue cagar todas as chances de reparar as cagadas antigas. Inventar os reality shows nos anos 90 ? "Compor" Imagine antes do John Lennon ? VAI TOMAR NO CU, ERNESTO. Você acaba de se juntar ao clube do Charley, Durval, Seita e Larry.

The Dark Knight rises

The Dark Knight rises: quando o arco de histórias envolvendo o Bane foi publicado nos quadrinhos, eu já não era leitor assíduo das grandes editoras (Marvel Merda e DC) - coisas como a morte do Superman e a paralisia do Batman me chamaram a atenção tanto quanto a morte da Hello Kitty e a paralisia do Snoopy. No entanto, a nova trilogia do morcegão prometeu (e cumpriu) tanto, que estou até com vontade de ler o tal arco - melhor tomar um banho frio para a vontade passar. Bane é um cabra bruto, mais grosso que pentelho de barrão, e que resolveu fazer fricassê de morcego. Ele não tem a finesse nem o discurso do Coringa, mas dá porrada feito a Gina Carano. Enquanto isso, o Wayne está mezzo-aposentado-mezzo-mozzarella e buscando uma forma alternativa de energia barata para Gotham. É claro que o Bane quer isso também, para seus propósitos malévolos. Porrada, porrada, tiro, porrada, e 3724 policiais soterrados, que sobreviveram por 5 meses sem contato com a superfície - faz com que qualquer mineiro chileno pareça ter sido criado a leite-com-pêra. Filmão.

Savages

Savages: apesar do final xôxo, é um filmão. Chon e Ben decidiram bem cedo o que queriam da vida: ganhar dinheiro, fumar maconha e dividir uma namorada. Dá gosto ver quando uma pessoa corre atrás dos seus objetivos e os alcança. Os dois desenvolveram a melhor brenfa do planeta, e levam a vida numa náice, pitando o camarão-da-cabeleira-dos-cabra-que-toca-reggae, bebendo e trepando com a Blake Lively - até que um cartel mexicano decide que é hora de se tornar sócio da empreitada. Para convencer os rapazotes, ninguém melhor que Benício "Arranco seu olho na chicotada" del Toro - mas o que a Frida Kahlo (uma espécie de Pablo Escobar de saias) não imaginava é que fosse dar tanto trabalho...

ParaNorman

ParaNorman: Norman sees dead people, mas ao contrário do Uxbal, ele não deixa esse fato abatê-lo - mesmo sendo o freak da família e da escola. O Norman é amigo da moçada morta, e a pessoa certa para trocar idéia com o espírito de uma bruxa falecida, quando esta resolve sair da sepultura e tocar o terror no lugarejo com ajuda de uma trupe de zumbis. Animação fodona.

Looper

Looper: no futuro, a viagem no tempo é possível. Mas ao contrário do que se poderia pensar - de que a tecnologia seria imediatamente usada pela indústria pornô - o maior uso dessa possibilidade é para matar gente: como no futuro é impossível sumir com um corpo (não devem existir vulcões, banheiras de ácido ou pocilgas no futuro), a máfia manda a vítima para o passado (que em relação a nós, é futuro também) onde um assassino contratado executa o fulano e crema o presunto. Esses assassinos contratados (os tais "loopers" do título) vivem na boa, ganhando seu dinheirinho e estourando cabeças - mas se láááá no futuro eles desagradam o chefão, são enviados para o passado, para serem executados por si mesmos. A isso se chama "fechar o laço". Volta-e-meia, um looper descobre que matou seu eu do futuro, e tudo o que lhe resta é aproveitar os anos de vida restantes. A porca torce o rabo quando um dos "eu futuro" escapole da execução, e lambreca a vida do "eu presente". É claro que tudo poderia ter sido evitado se o chefão mandasse os "eus futuros" para serem mortos não pelos "eus presentes", mas por outros loopers quaisquer. Um ou outro paradoxo temporal bacana, e no geral é um bom filme.

The guard

The guard: desde In Bruges que eu virei fã do Brendan Gleeson. Dessa vez, ele é um policial irlandês que gosta de drogas, prostitutas, cerveja e de aporrinhar agentes do FBI. Mas quando uma trupe de traficantes de cocaína ameaça entrar com US$1bi em pó na Irlanda, é hora dele tirar a bunda gorda do boteco e encarnar o Cú Chulainn.

The Revenant

The Revenant: grata surpresa. Bart morre em combate no Iraque, é enterrado nos Zuza e volta à vida misteriosamente. Agora ele é um zumbi-vampiro, que precisa se alimentar de sangue fresco para evitar a própria deterioração. E não há melhor lugar para se chupar sangue do que de gargantas de bandidos, todo mundo sabe disso. Pronto, um filme de zumbi justiceiro. Mas não pense que pára por aí: Bart não é bonzinho, e não há redenção. Muito bacana!